segunda-feira, 17 de maio de 2010

Assassinato revelado 40 anos depois



Maus tratos levam ao assassinato. Enfermeiro domiciliar confessa que matou seu paciente no dia 24 de agosto de 1960 numa vila no interior do Rio de Janeiro.

Depois de sofrer varias agressões físicas e morais, o enfermeiro Procópio José Gomes Valongo, num surto de raiva matou seu paciente, o Coronel Felisberto, após o coronel arremessar uma moringa contra ele. O enfermeiro pulou na cama e o esganou até a morte.

Depois de matá-lo, o criminoso cuidou de seu funeral, sempre lembrando o coronel -que era odiado na cidade- como uma pessoa boa. Pessoas que estiveram presentes relatam que ele aparentava estar muito sentido.

Na leitura do testamento do falecido Coronel, descobriu-se que o enfermeiro era o único herdeiro. O criminoso que já estava morando na Corte foi à vila do interior e recebeu a herança. Mandou até fazer um tumulo de mármore ao falecido. Sem despertar nenhuma desconfiança por parte dos moradores do local.

O crime já havia sido confessado a um escritor, que o publicou somente hoje, 40 anos depois, porque o assassino só o permitiu depois de sua morte,ficando impune de seu crime.

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