terça-feira, 28 de setembro de 2010

Poesia no Jornaleco "(Meu) Papel"



(Meu) Papel
As palavras me puxam
Pelas linhas dos livros,
Ou pela tinta da caneta.
Há instantes em que me descubro,
Me expresso.
E digo a mim mesma
Que a poesia é um dom, uma certeza.
E que a imortalidade chega para mim,
num simples pedaço de papel.
Comandando como num quartel
Meus sentimentos e meus desejos.
Meu olhar paira sobre o mundo,
Mas, contudo,
Sou um simples poeta
Fazendo seu papel.
Mãe do Rio, 01 de outubro de 2006

domingo, 26 de setembro de 2010

1º Encontro Dialogando sobre o ECA com a Imprensa

No dia 21 de setembro, o Ministério Publico do Estado, por meio das Promotorias de Infância e Juventude, promoveu o “1º Encontro Dialogando sobre o ECA com a Imprensa”, no qual foi discutida a abordagem que os jornalistas dão as crianças e jovens em suas matérias.

Com o objetivo de esclarecer, os profissionais a respeito do ECA, o Promotor de Justiça Carlos Eugenio R. Salgado dos Santos assegurou que, a responsabilidade pela criança é da família, da sociedade e Estado, e a prioridade da criança e do adolescente é constitucionalmente reconhecida, “mas é claro que essa prioridade absoluta deve ser ponderada, pensada com bom senso, pois algumas situações devem ser pensadas para configurar essa prioridade.”


O Sistema de Garantia de Diretos da Criança e do Adolescente é formado por um conjunto de pessoas e instituições que atuam para efetivar os direitos infanto-juvenil, esse sistema trabalha com três eixos:


• Promoção: Formulação de políticas publicas, de responsabilidade do Estado
• Defesa: responsabilidade da família, sociedade e Estado
• Controle social: espaço da sociedade civil articulada em fóruns /frentes com a finalidade de preservar e fiscalizar os direitos legais.


Segundo Vânia Torres, Coordenadora Adjunta do Curso de Comunicação da UNAMA, “os relatos históricos e jornalísticos estão impregnados de subjetividades”, uma vez que as narrativas são produtos culturais inseridos em um contexto histórico, o desafio do jornalista é tentar mostrar o todo a partir de recortes da realidade. “As fontes fáceis nos ajudam na correria do dia-a-dia, por isso acabamos ouvindo sempre as mesmas pessoas. Nós sempre ouvimos o Governo e nunca a ONG.”


Segundo a Revista “Infância e adolescência na pauta da Mídia” da agencia UNAMA, em 24% dos jornais analisados a criança e o adolescente aparece nos jornais com a temática violência. O ECA tem encontrado muitos problemas em relação ao tratamento dado as criança e adolescentes pelos jornalistas, dai a necessidade do encontro. Vânia foi enfática ao dizer que, “para muita gente direitos humanos é coisa de minorias, coisa de preso; esse reducionismo acaba impossibilitando a transição da informação adequada.”


Para Ioná Silva de Souza, Coordenadora das Promotorias de Justiça da Infância e da Juventude, “é muito fácil culpabilizar e criminalizar a infância e a juventude, difícil é repensar a situação das crianças. Isso acirra o caos social em que a gente ta se afundado”. Ai que o Ministério Publico precisa do auxilio dos meios de comunicação, pois só se fala das conseqüências e não das causas dessas situações, “os meios de comunicação tem que apurar como esta sendo o resultado dentro do processo sócio-educativo.”


A verdade é que somente a partir de iniciativas como essa do Ministério Publico que tanto a imprensa como a sociedade vão repensar a modo como lidamos com isso, pois a solução não é a punição, mas a resposta adequada aos atos, e somos nós sociedade que estamos produzindo essa violência.


Mais informações:
SINJOR: http://www.jornalistasdopara.com.br/site/home.html
MPE:http://www.mp.pa.gov.br/not100917_00


Desculpem mais uma vez pelo atraso, mas eu estava estudando a Teoria dos Efeitos Limitados pra apresentar na aula de Teorias de Comunicação.


Obrigada pela compreensão.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A Igreja do Diabo



Trabalho realizado na disciplina Oficina de Texto da Professora Livia Barbosa, cujo objetivo era transcrever um conto para a linguagem audio-visual, podendo ou não sofrer alterações, no nosso caso optamos por fazer um trabalho com personagens femininos, uma vez que nosso grupo era formado em sua maioria por mulheres.

Trabalho realizado juntamente com Camille Nascimento, Brunella Velloso, Julieth Correa,Kleyton Silva, Wanessa Viana, Mara Tavares, Ana Karolinni Gomes e Juliana Angelin.

Este video é dedicado à Ivo Paes, pelo seu apoio, e por não deixar que esse material fosse perdido. Obrigada Ivo.

http://www.youtube.com/user/DebbCabral?feature=mhum

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A cortesia no mundo conteporaneo


Com o nosso cotidiano tão agitado, em que fazemos milhares de coisas ao mesmo tempo e nunca temos tempo pra nada, acabamos não reparando em certos valores e costumes que acabam se perdendo.


Demonstrações de cortesia sempre foram muito bem aceitas, principalmente antigamente quando o trato entre as pessoas sempre foi tão fino. Mas hoje em dia as gentilezas foram se banalizando, e há quem pense que quem diz “Bom dia” a todos que encontra é bajulador.
Ser gentil e educado não deveria ser motivo de espanto, mas com a tecnologia cada vez mais avançada, as relações interpessoais vão diminuindo, pois não é necessário mais dizer “Obrigado” e “Por favor. Não há mais espaço para a cortesia.
A conformidade com que lidamos com que lidamos com isso é impressionante. Não damos mais atenção a esses pequenos valores que estão se perdendo aos poucos. Mas devemos começar a mudar esse nosso costume errado, ou daqui a pouco seremos apenas maquinas sem emoção, que somente trocam informações e cumprem tarefas (ou será que já somos?).
Aqui tem um exemplo de como as pessoas estão cada vez mais mal educadas:

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Meu canal no You Tube


Agora tenho tambem um canal no You Tube, intitulado Debb Cabral, no qual postarei videos feitos no decorrer do meu curso na UFPA, e tambem os que vierem surgindo como ideias soltas na minha cabeça.

http://www.youtube.com/user/DebbCabral?feature=mhsn#p/f

Um olhar sobre a Cidade Velha - A história contada aos olhos de Oneide de Mello Bastos



Trabalho realizado na disciplina Oficina de Texto da Professora Livia Barbosa para os alunos do 1° semestre de jornalismo da UFPA, o objetivo deste trabalho era mostrar uma particularidade do bairro da Cidade Velha que é pouco abordada; no nosso caso, decidimos pela memoria pessoal que se mistura com a histórica.

Trabalho realizado com: Camille Nascimento, Brunella Velloso, Julieth Correa, Ana Karolinni Gomes, Raquel Trindade e Wanessa Viana.

http://www.youtube.com/user/DebbCabral?feature=mhsn#p/f

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Superação: Fruto de desafios


Obstáculos e desafios são situações comuns do nosso atribulado cotidiano. Uns mais difíceis que os outros, mas sempre com o mesmo objetivo: serem vencidos. Diante deles provamos nossa honra, nosso verdadeiro valor; a vitoria é mais bem saboreada quando lutamos bravamente para conquistá-la.

Quem nunca se pegou estagnado diante de um problema aparentemente sem solução? Ficamos desesperados, deprimidos, sem vontade de comer ou viver. Isso vai nos consumindo, tomando conta de nossas vidas. Pensamos em desistir, jogar tudo para o alto, correr, fugir, ou até mesmo o pior: a morte.

Percebemos então que apesar de tudo a vida continua e não temos que deixar sermos dominados por esses sentimentos e pensamentos negativos. Olhamos ao redor, pessoas dependem de nós, seja nossa família ou colegas de trabalho. A nossa força os inspira a não desistir nunca, a continuar lutando, mesmo que pareça não dar certo ou não tem solução.

São nas situações adversas que percebemos o quão valiosos são os pequenos momentos felizes. Nosso potencial se retrai ou se expande na proporção de nossa coragem, nas horas mais criticas; justamente para não nos deixarmos fraquejar e enfrentarmos com determinação os problemas.

Portanto devemos sempre brigar por aquilo que almejamos. Quando conquistamos o que quer que seja, ou superamos os desafios que a vida nos impõe, mostramos que não somos fracos e que podemos sim vencer. Sem obstáculos, nenhuma vitoria existe e só é digno do pódio aquele que lutou para alcançá-lo

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O charme da manga

Belém com suas praças repletas de mangueiras nos proporciona muita sombra e oferecem ótimos lugares para passeios e caminhadas. A Praça Batista Campos é a melhor para isso. Mas ouve um dia em que meu passeio não foi tão bom assim...

Depois de dar uma volta na praça, sentei em um banco, embaixo de uma de suas inúmeras mangueiras. Um jovem rapaz corria pela praça, e sempre que passava por mim ficava me olhando. Como ele era muito bonito, pensei que o meu futuro namorado estava a caminho.

Estava ventando muito, com isso eu não parava de passar a mão no cabelo e rosto pra arrumar o penteado e aproveitar pra fazer um charme.

Deu certo. Ele vinha em minha direção, sorrindo pra mim! E agora? Será que ia perguntar o meu nome, me chamar pra tomar um sorvete ou uma água de coco?

Parou ao meu lado. Abaixou-se. Encostou a boca no meu ouvido. Arrepiei-me. Mas o que eu ouvi me deixou estática. Ele disse que meu rosto e cabelo estavam todos sujos de manga. MANGA! Abri a minha bolsa. Olhei-me no espelho. Estava ridícula. Levantei, então vi que havia sentado em uma manga muito madura que havia sujado o banco todo, e quando fui ajeitar o cabelo, fazendo charme tudo o que consegui foi melar meu rosto e cabelo inteirinhos com minhas mãos sujas de manga.

Dei um sorriso amarelo, um obrigada sem graça. Fui embora, morrendo de vergonha.

Nunca mais voltei à praça.

PS: Texto antigo que eu achei que valia a pena a historia.
PS2:A personagem não sou eu ok.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Meu Twitter



Agora tenho twitter, me sigam e vamos nos COMUNICAR.


https://twitter.com/@debb_cabral

Caco Barcelos na feira do Livro


Com uma trajetória incrível, de taxista a jornalista, Claudio Barcellos de Barcellos, ou como é mais conhecido, Caco Barcellos, foi o convidado para o Encontro Literário do dia 29/08 na XIV Feira Panamazônica do Livro.
Apresentado por Adelaide Oliveira, o encontro se mostrou esclarecedor.
Caco foi muito gentil e simples. Os jovens jornalistas estavam ansiosos, pois na sua frente estava o homem que mostrou que é possíveil sim, jornalistas iniciantes fazerem grandes reportagens, desde que tenham orientação adequada.
Quando perguntado por Adelaide Oliveira, qual a essência da boa reportagem, Caco foi enfático, “é respeitar o pior dos bandidos da mesma forma que você respeita o Presidente da Republica”.
Um trabalho ético, que mostra o contexto, sem desvalorizar nenhum personagem, esse é o jornalismo de Caco Barcellos, “toda regra que vale para o cidadão comum vale para a gente. Ético ou não ético é o profissional, quando a gente pensa em ética tem que pensar nas pessoas que usam os meios”.
Caco diz o que muitos jornalistas parecem ter esquecido, “a culpa de quem é mal informado não é de quem é mal informado, mas de quem informa".
Hoje com a descentralização da informação, redes sociais, Blogs e Twtters, se mostram como novas ferramentas de comunicação, “a mídia social é uma grande forma de democratização do modo que a a gente faz jornalismo”.
Quando perguntado como é a sua independência editorial diante de um império da comunicação como a Rede Globo, Caco não teve duvida, “um profissional serio tem sua independência respeitada”.
E foi com profissionalismo que Caco e seus jovens jornalistas conseguiram que o Profissão Repórter (que era um quadro no Fantástico) conseguisse sua independência e tivessem seu próprio programa.
Caco Barcellos é sem duvida um grande jornalista, não descansa e não tem medo. Trabalha um novo formato de jornalismo, fazendo uma revolução no modo de informar. É um grande exemplo, principalmente para aqueles que assim como eu estão começando sua trajetória no jornalismo.


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Combate a fome: ação imediata


Medo, dor raiva, vergonha, humilhação. A fome não vem só, mas associadas a esses e outros sentimentos, ela destrói fisicamente e emocionalmente.

Achamos que nossos problemas pessoais são os piores que existe, mas aqueles que sentem na carne o que é não saber quando terão sua próxima refeição, são os que realmente sofrem.

O combate a fome deve ser imediato. A todo o momento há indivíduos morrendo de desnutrição, carência de vitaminas e outros males associados à falta de alimento. Crianças desconhecem sonhos, amadurecem cedo diante do sofrimento que vivenciam.

A demanda de merenda escolar, cestas básicas, cupons de alimentação deve ser maior, desde que ven
ham aliados a campanhas contra a desnutrição e de educação alimentar. Programas sociais devem ser usada de maneira certa, objetiva e organizada, para que os indivíduos beneficiados não sintam como se recebessem esmola, mas sim uma ajuda digna, uma alavanca social.

Essas ações não estão restritas aos nossos governantes, mas a tosos nós como indivíduos ativos da sociedade. Devemos rever nossos conceitos, conscientizar familiares e amigos, fazer a nossa parte. Essas são as nossas armas na guerra contra a miséria social e a favor da conquista da dignidade humana, mas devemos ser rápidos, pois a fome não espera.

Devemos nesse tempo de eleição ver as propostas dos candidatos e tudo que eles fizeram em seus mandatos anteriores, para não votarmos em vão.