quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Combate a fome: ação imediata


Medo, dor raiva, vergonha, humilhação. A fome não vem só, mas associadas a esses e outros sentimentos, ela destrói fisicamente e emocionalmente.

Achamos que nossos problemas pessoais são os piores que existe, mas aqueles que sentem na carne o que é não saber quando terão sua próxima refeição, são os que realmente sofrem.

O combate a fome deve ser imediato. A todo o momento há indivíduos morrendo de desnutrição, carência de vitaminas e outros males associados à falta de alimento. Crianças desconhecem sonhos, amadurecem cedo diante do sofrimento que vivenciam.

A demanda de merenda escolar, cestas básicas, cupons de alimentação deve ser maior, desde que ven
ham aliados a campanhas contra a desnutrição e de educação alimentar. Programas sociais devem ser usada de maneira certa, objetiva e organizada, para que os indivíduos beneficiados não sintam como se recebessem esmola, mas sim uma ajuda digna, uma alavanca social.

Essas ações não estão restritas aos nossos governantes, mas a tosos nós como indivíduos ativos da sociedade. Devemos rever nossos conceitos, conscientizar familiares e amigos, fazer a nossa parte. Essas são as nossas armas na guerra contra a miséria social e a favor da conquista da dignidade humana, mas devemos ser rápidos, pois a fome não espera.

Devemos nesse tempo de eleição ver as propostas dos candidatos e tudo que eles fizeram em seus mandatos anteriores, para não votarmos em vão.

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