quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

A Estagnação Social e o Atestado de Pobreza

Eu estava meio ocupada (aliais ainda estou) e acabei deixando o Jornaleco desatualizado, mas atendendo a pedidos (é acreditem, tem gente que ler o que eu escrevo e gosta!), meu novo post está aqui. Não queria falar das tragédias das chuvas no sudeste brasileiro, não quero ficar batendo na mesma tecla de todos os jornais. Mas nesse vai e vem de tragédia uma figura me chamou a atenção, a nossa recém-presidente Dilma Roussef que rapidamente se prontificou a ajudar as vitimas (claro né, não faz mais do que a sua obrigação).


A figura da Dilma sempre me lembra a campanha presidencial, e principalmente a sua vitória, que gerou uma onda de insatisfação na internet, principalmente nas redes sociais, em particular no Twitter, devido a um episodio já conhecido nosso entre Sudeste e Nordeste, veja o vídeo para saber do que se trata.


Mas o que vem ao caso é o motivo da onda de insatisfação, que são os programas sociais do Governo Lula que com a vitória de Dilma continuariam a existir. O assistencialismo dado pelo Governo federal a famílias carentes e de baixa renda salarial sempre foi alvo de muitos comentários e debates em várias esferas da sociedade brasileira.

Os auxílios à população carente são para que ela receba o dinheiro e invista em escolarização e qualificação profissional, buscando ascensão social e mais qualidade de vida. Mas isso é exatamente o que a maioria não faz.

Mas que importância tem esses programas sociais e como eles afetam os brasileiros que são beneficiados? Quando o Estado torna-se a fonte da renda familiar acaba fazendo com que as pessoas adotem a idéia de que sempre vão ser sustentadas pelo Governo, acomodam-se nesta situação, desistindo assim de tentar mudar sua situação econômica.
Receber auxílio governamental e não utilizar esse recurso como alavanca para a sua autonomia financeira é como assinar o próprio Atestado de Pobreza.

Ainda há o fato de muitos governantes que usam estes benefícios como armas e estratégias de manipulação eleitoral, conquistando a população desenformada que não deseja o fim de seus recursos, ficando assim presos a determinados candidatos e partidos políticos.

Então fica aqui a dica àquelas pessoas de alguma forma recebem auxilio do Governo Federal, elas devem, portanto promover a sua independência financeira, para que estes auxílios não sejam encarados como esmolas, nem como gastos governamentais, como sempre acontece sempre, mas como investimento social, como tem que ser.

2 comentários:

  1. Oi Debb!
    Concordo contigo e com o Felipe ai de cima.
    Bjnhs

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  2. Gente muito obrigada pelos cometários.
    Eles tornam o texto mais vivo.
    Fico feliz de despertar as opiniões de vcs.
    Obrigada.

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