quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A oficina Photomorphosis da Fotoativa vem mudando a percepção e o olhar de seus participantes.


Com uma maneira diferente de se iniciar a fotografia, onde o processo e não mais o resultado é priorizado, a oficina Photomorphosis tem levado diversas pessoas a encarar o fazer fotográfico como um exercício de construção da sensibilidade. Ângela Pereira, professora, que participa da oficina passou a observar a fotografia de maneira diferente, sem rótulos de “bonito ou feio”.

A construção e a sensibilização do olhar despertam o interesse dos alunos. Os sentires, fazeres e refletires fotográficos como experiências coletivas transformam os participantes, através de exercícios e jogos que mostram que a linguagem supera os códigos e que a interação humana é o espaço para o fluxo de informações existir. Foi exatamente isso que buscava Marta Cosmo, estudante de artes visuais, ela contou que procurava um local para o diálogo entre pessoas com o mesmo interesse e que isso é importante para o debate e troca de experiências. Ela veio ao curso em busca de conteúdo e novas técnicas, mas acredita que após o início do curso despertou para outras possibilidades e novas experiências com a fotografia.

Numa época em que o ato fotográfico como um fazer de construção sensível da imagem esta sendo esquecido, o pinhole, técnica de construção de câmeras artesanais, conquistou os participantes. A própria linguagem da pinhole, que necessita de um tempo maior de dedicação proporciona uma reflexão diferente, a percepção muda com a literal construção da imagem, a câmera se torna uma extensão do homem, e isso impressiona. Brenda Venina, que é estilista diz, “é incrível como uma coisa tão simples pode registrar uma imagem tão real. O surgimento da imagem é emocionante.”

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A Fotoativa está abrindo inscrições para diversas oficinas em 2011, se informe e participe!!!

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