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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Mesa-redonda sobre gênero, raça e representação negra marca abertura de seminário no IFCH


           O evento é uma realização em conjunto do II Seminário sobre Pesquisas em HIV e do I Seminário sobre gênero e raça na UFPA, que tem como objetivos as trocas cientificas entre pesquisadores, estudantes e profissionais  além de discutir as temáticas de gênero, raça e politicas publicas.

Eleanor Palhano, representante da Casa Brasil África iniciou sua fala sobre os projetos desenvolvidos na UFPA para a raça negra, em especial a Casa Brasil África que realiza estudos internacionais sobre a representação do negro na sociedade. Em sua apresentação traçou um panorama do histórico da Casa e do continente africano. Ressaltou ainda, a necessidade de que mais brasileiros comecem a viajar para os países da África, o que não ocorre atualmente, pois segundo ela há um desinteresse pela história da civilização africana, gerando com isso a reprodução de visões equivocadas sobre o negro. “Nós ainda não superamos esse racismo, temos muito que fazer, e que estudar”, enfatiza.

Cristiane Gonçalves, da UNIFESP falou dos estudos realizados sobre a temática “Juventude, gênero e raça”. Através da apresentação de marcadores sociais que informam e constroem representações de hierarquias e discriminação, ela mostrou os sistemas classificatórios como resultados de produções culturais e históricas. Em sua fala foi possível observar a necessidade de que as politicas públicas sejam estruturadas a partir da compreensão complexa entre marcadores sociais e diferença, e para que isso ocorra de maneira efetiva é fundamental que o conhecimento para a formulação dessas politicas públicas venha a partir dos territórios e dos sujeitos envolvidos.

A psicóloga e professora de psicologia Dorotea Cristo, participante do evento, ressaltou a importância de um seminário como esse e da necessidade de se trabalhar essas questões dentro da universidade. “Você falar de gênero, de relações raciais, temas que a psicologia atualmente vem debatendo é muito importante, pois ai se faz a relação de uma coisa com a outra. Você amplia e não reduz o debate, esse é o diferencial”.

A programação do II Seminário sobre Pesquisas em HIV e I Seminário sobre gênero e raça na UFPA vai até amanhã (22), e inicia às 14h no auditório do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - IFCH.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Projeto Arte em Movimento do Lar de Maria é uma das pautas do Telejornal Universitário Culturartes



Os alunos do curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo da Universidade Federal do Pará fazem na tarde deste sábado (01), a primeira exibição do Telejornal Culturates, às 17h, no Cine Olympia, e o Projeto Arte em Movimento do Lar de Maria é uma das pautas desse telejornal.
Gravação do VT com o Arte em Movimento - Foto: Raquel Trindade
A intenção do Telejornal Culturartes, é informar e refletir sobre assuntos factuais e não factuais relacionados à arte e a cultura na capital paraense. Um programa jornalístico que trata de uma especialidade: a cultura artística. Dentro dessa perspectiva o trabalho da Associação Assistencial Espírita  Lar de Maria, criada em 1957, e que hoje, realiza projetos sócio educativos visando o acesso à cidadania tem destaque através do Projeto Arte em Movimento, que utiliza a dança como vetor na formação do ser integral.

PRIMEIRA EXIBIÇÃO DO TELEJORNAL UNIVERSITÁRIO CULTURARTES
Data: 01 de dezembro de 2012
Horário: 17h
Local: Cine Olympia
Endereço: Av. Presidente Vargas, 918 - Campina
Entrada Franca


Texto: Deborah Cabral

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Programa Conectado


Trabalho da disciplina Introdução ao Radio jornalismo da UFPA.
Foi feita uma pesquisa em campo com uma Rádio Comunitária de Belém, a rádio escolhida foi a Erê FM. Conhecidos rotina, publico e alcance da mesma, foi produzido um piloto de um programa educativo, sendo que ele deveria ser dinâmico e contar com a participação do publico.
Trabalho realizado com Brunella Velloso, Camille Nascimento e Julieth Corrêa, orientação Professora Luciana Miranda.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Comunicação e tecnologias, convergências da década de 80 na Faculdade de Comunicação da UFPA

Na década de 80, os alunos do curso de comunicação do Brasil se deparavam com uma realidade: a informatização da imprensa. Jornalistas influenciados pela onda americana de informatização trouxeram para o Brasil a discussão sobre como seria o futuro com as novas tecnologias. 

Fotolitagem, máquina de escrever, filme analógico, borracha, papel são termos que ou desconhecemos ou raramente utilizamos, mas que nessa década eram as ferramentas que os jornalistas e publicitários utilizavam para trabalhar.

Falar de computadores nessa época era um papo futurista. Ausência de papel, escrever em uma máquina e ver seu texto aparecer num televisor, ter a total liberdade de construir o texto apenas operando algumas teclas, de maneira limpa. Isso provocou um choque cultural tão forte que alguns jornalistas pensaram em desistir da profissão, hoje se pensa por outros motivos, como a queda do diploma, por exemplo.

E se nas grandes imprensas do Brasil as máquinas, mas especificamente os computadores, estavam causando esse furor por serem as novidades, imagine nas universidades. Nesse período, na Universidade Federal do Pará, em Belém, o furor do novo convergia com relações políticas, de comportamento, e de experimentações.

Em entrevista com Mariano Klautau Filho, fotógrafo, e Mauro Lima, diretor de publicidade da SECOM, buscou-se compreender que percurso foi aquele em que se construiu um curso de comunicação da UFPA na década de 80, e o que era fazer comunicação naquela época. 
Mauro Lima

O curso em termos de novas tecnologias não tinha nada, as ferramentas eram as mesmas para a produção de textos, para a diagramação, “a gente chegou no curso e não tinha nada, o único laboratório que existia lá montado, estruturado minimamente, ela o laboratório de fotografia”, conta Mariano.

O glamour de ser jornalista nem existia, mas mesmo assim a comunicação se fazia, mesmo com dificuldades, nas tentativas e nas experiências.
Experiência é a palavra que rendeu aos alunos de comunicação da UFPA da década de 80 muitas histórias para contar, mas foi a busca por melhorias no curso que fez com que esses alunos se destacassem.

“O meu partido era o curso”, “eu costumava dizer que eu não fazia jornalismo, eu dizia que eu fazia comunicação, porque eu me sentia mais vontade em um campo mais aberto”, “a comunicação agrupava os malucos totais, e eu estava me sentido super bem, as palavras de Mariano, são claras ao dizer que em uma época de engajamento político dos estudantes, a sua luta era por melhores condições na graduação.

 A falta de equipamentos incomodava os alunos, o jovem fotografo e sua turma se sentiam inquietos, tinham que fazer algo, e fizeram. “Na verdade a gente ia a luta mesmo, a gente começou a fazer também algumas coisas na parte de vídeo tudo na raça, a gente não tinha nada”, conta Mauro para o qual participar de um movimento no curso e para a melhoria do curso, foi o mais marcante 

Ele afirma que depois do contato que tiveram com os estudantes da Escola de Comunicações e Artes da USP eles perceberam como deveriam fazer seus protestos e manifestações. O bom humor, a critica, a ironia e a linguagem teatral deram vozes as indignações dos alunos.

É nessa época que surge a Gestão Trampolim do Centro Acadêmico de Comunicação Social da UFPA, essa Gestão do CACO ficou marcada por ter uma abordagem tresloucada, tinha uma nova forma de fazer política. A influência vinha de todos os cantos, segundo Mauro “as turmas especificas do curso eram muito pequenas mesmo”, os alunos assistiam aulas em turmas de outros cursos, “as turmas eram abertas, e ai eu tive contato com pessoas de direito e de outros cursos”, conta Mariano.

Mariano Klautau Filho
Fazia-se política e fazia-se comunicação, os fazines e jornais circulavam. Textos escritos a mão, datilografados, ou recortes de revistas tornavam-se manifestações. Com edições e técnicas limitadas, mesmo assim se produzia. Como no caso a polemica “Edição do Criolo Doido” do Boca Livre, que falava de maneira aberta sobre “Sexo, drogas e Rock and Rool” dentro da Universidade, e ainda continha uma entrevista exclusiva com Milton Nascimento. O grupo foi acusado de racista pelo nome dado a edição, e também foram chamados de anarquistas sem ao menos saberem o que significava ser anarquista.

A comunicação se fazia presente naquela época, era feita por alunos inquietos que mesmo com poucos meios conseguiam fazê-la. O estudante de comunicação da década de 80 era ativo, através de suas lutas conseguiu que verbas para os laboratórios fossem garantidas.

Mas hoje ainda há porque lutar, na era da informação, a mobilização nas redes sociais acontece de maneira avassaladora. “O campo da comunicação naquele momento servia pra você descobrir o que você queria fazer, e como o é um campo muito amplo, ele te dá muitas ferramentas. No momento em que você entrasse no curso era você que tinha que descobrir o que você queria fazer ali. É um pouco o que hoje nós vivemos, a mídia, a informação em rede, as artes, tá tudo junto, não que seja um bolo só, mas tá tudo interligado.” 

Hoje o estudante de comunicação do mundo contemporâneo deve ser esse individuo que viu no passado o poder que sua voz tem e aliar esse poder as novas tecnologias para que assim o movimento de inquietação se torne de fato coletivo.

Texto: Deborah Cabral e Mara Tavares
Fotos: Mara Tavares

terça-feira, 5 de abril de 2011

Obra de Landi pode virar Patrimônio Histórico da Humanidade

Paralelo aos eventos do VII Colóquio Luso-Brasileiro de Historia da Arte que começou no dia 04 de abril, a II Reunião Internacional do Fórum de Landi tem como objetivo principal a criação do projeto que irá transformar a obra desse grande arquiteto em Patrimônio Histórico da Humanidade.

Landi é italiano, mas em 1953 veio para a Região Norte do Brasil, e Belém foi a cidade que mais incorporou seus traços arquitetônicos, onde se misturavam o europeu e o Amazônico.Ainda hoje é possível encontrar inúmeras fachadas, prédios e praças concebidas por ele, construídas de maneira que estivessem adaptadas a condição climática da Região Norte.

O VII Colóquio Luso-Brasileiro de História da Arte e a II Reunião Internacional do Fórum de Landi, tiveram inicio no dia 04 e vão até dia 08 de abril na Universidade Federal do Pará.

Mais informações no site: http://www.coloquio.ufpa.br/index.htm

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Teoria critica em ação.wmv



Trabalho feito para a disciplina Teorias da Comunicação, da professora Celia Amorin, no 2° semestre de Jornalismo na UFPA. Seu objetivo era mostrar a importancia da teoria critica, e fazer a critica a ela. Trabalho realizado com Joice Ribeiro, João Batista, Juliana Angelin, Fernanda Libdy, Landara Mendes, Tiago Santos, e com os nossos agradecimentos à Edge Veniale que terminou de editar e finalizar tudo o nosso trabalho. Obrigada Edge.


Link do video no You Tube:
http://www.youtube.com/user/DebbCabral?feature=mhum#p/a/u/0/Zvh55Mam2ik

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A Igreja do Diabo



Trabalho realizado na disciplina Oficina de Texto da Professora Livia Barbosa, cujo objetivo era transcrever um conto para a linguagem audio-visual, podendo ou não sofrer alterações, no nosso caso optamos por fazer um trabalho com personagens femininos, uma vez que nosso grupo era formado em sua maioria por mulheres.

Trabalho realizado juntamente com Camille Nascimento, Brunella Velloso, Julieth Correa,Kleyton Silva, Wanessa Viana, Mara Tavares, Ana Karolinni Gomes e Juliana Angelin.

Este video é dedicado à Ivo Paes, pelo seu apoio, e por não deixar que esse material fosse perdido. Obrigada Ivo.

http://www.youtube.com/user/DebbCabral?feature=mhum

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Um olhar sobre a Cidade Velha - A história contada aos olhos de Oneide de Mello Bastos



Trabalho realizado na disciplina Oficina de Texto da Professora Livia Barbosa para os alunos do 1° semestre de jornalismo da UFPA, o objetivo deste trabalho era mostrar uma particularidade do bairro da Cidade Velha que é pouco abordada; no nosso caso, decidimos pela memoria pessoal que se mistura com a histórica.

Trabalho realizado com: Camille Nascimento, Brunella Velloso, Julieth Correa, Ana Karolinni Gomes, Raquel Trindade e Wanessa Viana.

http://www.youtube.com/user/DebbCabral?feature=mhsn#p/f