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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Projeto Arte em Movimento do Lar de Maria é uma das pautas do Telejornal Universitário Culturartes



Os alunos do curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo da Universidade Federal do Pará fazem na tarde deste sábado (01), a primeira exibição do Telejornal Culturates, às 17h, no Cine Olympia, e o Projeto Arte em Movimento do Lar de Maria é uma das pautas desse telejornal.
Gravação do VT com o Arte em Movimento - Foto: Raquel Trindade
A intenção do Telejornal Culturartes, é informar e refletir sobre assuntos factuais e não factuais relacionados à arte e a cultura na capital paraense. Um programa jornalístico que trata de uma especialidade: a cultura artística. Dentro dessa perspectiva o trabalho da Associação Assistencial Espírita  Lar de Maria, criada em 1957, e que hoje, realiza projetos sócio educativos visando o acesso à cidadania tem destaque através do Projeto Arte em Movimento, que utiliza a dança como vetor na formação do ser integral.

PRIMEIRA EXIBIÇÃO DO TELEJORNAL UNIVERSITÁRIO CULTURARTES
Data: 01 de dezembro de 2012
Horário: 17h
Local: Cine Olympia
Endereço: Av. Presidente Vargas, 918 - Campina
Entrada Franca


Texto: Deborah Cabral

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Teoria critica em ação.wmv



Trabalho feito para a disciplina Teorias da Comunicação, da professora Celia Amorin, no 2° semestre de Jornalismo na UFPA. Seu objetivo era mostrar a importancia da teoria critica, e fazer a critica a ela. Trabalho realizado com Joice Ribeiro, João Batista, Juliana Angelin, Fernanda Libdy, Landara Mendes, Tiago Santos, e com os nossos agradecimentos à Edge Veniale que terminou de editar e finalizar tudo o nosso trabalho. Obrigada Edge.


Link do video no You Tube:
http://www.youtube.com/user/DebbCabral?feature=mhum#p/a/u/0/Zvh55Mam2ik

terça-feira, 16 de novembro de 2010

1° Semana de Comunicação do Lar de Maria: "A comunicação e o 3° setor: praticas e responsabilidade social" (2° e 3° dia)

O segundo dia teve como enforque a Responsabilidade Social do Jornalista, e contou com a participação de Luiza, assistente social do Departamento de Promoção Social do Lar de Maria, que apresentou os trabalhos da instituição, que visa a inclusão social, solidariedade, respeito à diversidade e educação integral. Assim segundo ela, o Lar de Maria se configura nos seus 63 anos, como uma entidade espírita que utiliza “a religião como uma forma de se expressar”, onde “a criança não é só aquele ser cognitivo que está lá para aprender alguma coisa e sair repetindo tudo o que ouve”, mas o sujeito que tem voz e opiniões próprias.

Eduardo Rocha, jornalista da FUNTELPA e do jornal O Liberal, ressaltou a importância do diploma do jornalista, mas frisou que “a formação deve ser universitária e social”, pois “temos que aprender a pensar senão acabamos repetindo discursos, e cada termo que a gente usa fortalece um estereotipo”. O profissional que vai trabalhar com a sociedade civil organizada, tem que entender as varias nuances das questões, e não apenas ficar querendo a todo custo fazer a matéria para vender muito jornal.

José Audarte, assessor de imprensa da Radio Margarida, falou do espaço do 3° setor na mídia, sobre a falta de visibilidade ele argumentou, “nós do 3° setor reclamamos muito que não temos espaço na mídia, mas nós não sabemos cavar esses espaços”, ele falou ainda da relação com o jornalista que dá voz as ONGs, “se no meio social, no meio das ONGs, a gente consegui identificar um jornalista que trabalha com o 3° setor, ele é valorizado”. “O 3° setor ele pode, e é campo de trabalho para o jornalista”. O que muita gente, inclusive os profissionais da comunicação desconhece.

A programação encerrou com a palestra de Ramon Barros, Diretor Administrativo e Financeiro Voluntario do Lar de Maria e do Grupo Renascer, que discutiu a Responsabilidade Social e o 3° setor, frisando que “é importante que uma ONG tenha co-participação com o Estado, e nunca fazer o seu papel”. E quando se trata de obter parcerias com empresas privadas, as vontades da empresa nunca devem se sobrepor ao ideal de trabalho das ONGs, pois segundo ele “é responsabilidade nossa (dos gestores) dizer sim ou não para o Estado e para as empresas e não nos deixarmos ser levados por suas vontades”.

Assim a 1° Semana de Comunicação do Lar de Maria se configurou como uma iniciativa para que a sociedade reconheça e valorize as empresas, os jornalistas e as ONGs que são fieis a ética no seu trabalho, e apóie ações como essa de colocar em debate a responsabilidade social, que é algo que diz respeito a todos nós.

Clique na Imagem para ir para o site do Lar de Maria.

Link do site da Radio Margarida 
http://www.radiomargarida.org.br

1° Semana de Comunicação do Lar de Maria: "A comunicação e o 3° setor: praticas e responsabilidade social" (1° dia)

Com o objetivo de estimular o debate entre a comunicação e o 3° setor (ONGs). A Associação Assistencial Espirita Lar de Maria, promoveu no periodo de 8 a 12 de novembro a 1° Semana de Comunicação do Lar de Maria, que teve como tema, "A comunicação e o 3° setor: praticas e responsabilidade social".

O terceiro setor surgiu quando o poder publico não conseguiu dar mais conta de atender as necessidades da população. Rosana Barros do Grupo de Apoio à Adoção Renascer, que é resultado de um movimento nacional, frisou a necessidade de espaço na midia para que se possa enfrentar os mitos e preconceitos que giram em torno da adoção: "claro que o espaço na midia é muito importante para que a gente possa criar uma nova cultura em torno da adoção". O Renascer sente as dificulades do contato maior com os profissionais da comunicação, eles tentam manter seu site, mas não tem um comunicólogo voluntario com conhecimento na area, além disso não dispôe de uma sede propria, funcionando no Lar de Maria.

O Movimento Republica de Emaús também esteve representado atraves de Jaqueline Almeida do CEDECA, que trabalha para que os direito das crianças e adolescentes sejam respeitados e o ECA seja cumprido. Para que isso se realize, o dialogo com a imprensa é fundamental, para que todos, inclusive a propria imprensa, não trate a criança ou adolescente como inferior; eles são Sujeitos de Direito, com direito a comunicação e a participação, "se a linguagem é inerente do ser humano, a comunicação é uma condição de todos, portanto um direito humano".

Alberto Muller coordena em Barcarena o Projeto Social “Bola pra frente, educação pra gente”, da ALUNORTE, que atende as necessidades da comunidade de Barcarena, e proporciona aos jovens a oportunidade de participar de um torneio de futebol na Noruega, além de sociabilização e troca de experiências. Ele ressaltou a importância de se trabalhar com a família da criança, para que em casa se tenha a continuidade do que é trabalhado no projeto, pois “de forma alguma você vai mudar o ser humano se ele não quiser mudar, e esse alerta tem que nascer do berço e da escola”.

Iniciativas como essa fazem toda a diferença e necessitam de maior visibilidade na mídia. A ONG No Olhar trabalha com reciclagem de produtos e geração de renda, mas segundo Leandro Brito, assessor de imprensa da ONG, eles sentem uma carência de espaço para mostrar seus trabalhos, e com isso de conseguir novos parceiros, pois “algumas empresas se interessam e outras não”, e muitas desconhecem a iniciativa da ONG pela falta de foco da mídia em trabalhos desse tipo.

A segunda mesa contou com a participação de Roberto Moreira, professor do curso de Comunicação Social da UNAMA, que discutiu o ensino da comunicação e a relação com o 3° setor. Ele ressaltou a necessidade de um profissional da comunicação em ONGs, para que esse comunicador possa articular meios de maior divulgação do trabalho da ONG, para maior captação de recursos, e principalmente para que a comunidade saiba o que esta se passando. Mas “na maioria das organizações do 3° setor a comunicação ainda é menor que o ideal” principalmente porque o 3° setor interage com vários públicos, e isso é crucial.

O 3° setor tem que planejar, para isso precisa de um profissional de comunicação fazendo o plano de comunicação daquela ONG, para isso é necessário que o profissional da comunicação que trabalhe com as ONGs esteja diretamente comprometido com a causa, que deve ser aprendido desde a formação universitária do jornalista.


Clique na Imagem para ir para o site do Lar de Maria.

domingo, 26 de setembro de 2010

1º Encontro Dialogando sobre o ECA com a Imprensa

No dia 21 de setembro, o Ministério Publico do Estado, por meio das Promotorias de Infância e Juventude, promoveu o “1º Encontro Dialogando sobre o ECA com a Imprensa”, no qual foi discutida a abordagem que os jornalistas dão as crianças e jovens em suas matérias.

Com o objetivo de esclarecer, os profissionais a respeito do ECA, o Promotor de Justiça Carlos Eugenio R. Salgado dos Santos assegurou que, a responsabilidade pela criança é da família, da sociedade e Estado, e a prioridade da criança e do adolescente é constitucionalmente reconhecida, “mas é claro que essa prioridade absoluta deve ser ponderada, pensada com bom senso, pois algumas situações devem ser pensadas para configurar essa prioridade.”


O Sistema de Garantia de Diretos da Criança e do Adolescente é formado por um conjunto de pessoas e instituições que atuam para efetivar os direitos infanto-juvenil, esse sistema trabalha com três eixos:


• Promoção: Formulação de políticas publicas, de responsabilidade do Estado
• Defesa: responsabilidade da família, sociedade e Estado
• Controle social: espaço da sociedade civil articulada em fóruns /frentes com a finalidade de preservar e fiscalizar os direitos legais.


Segundo Vânia Torres, Coordenadora Adjunta do Curso de Comunicação da UNAMA, “os relatos históricos e jornalísticos estão impregnados de subjetividades”, uma vez que as narrativas são produtos culturais inseridos em um contexto histórico, o desafio do jornalista é tentar mostrar o todo a partir de recortes da realidade. “As fontes fáceis nos ajudam na correria do dia-a-dia, por isso acabamos ouvindo sempre as mesmas pessoas. Nós sempre ouvimos o Governo e nunca a ONG.”


Segundo a Revista “Infância e adolescência na pauta da Mídia” da agencia UNAMA, em 24% dos jornais analisados a criança e o adolescente aparece nos jornais com a temática violência. O ECA tem encontrado muitos problemas em relação ao tratamento dado as criança e adolescentes pelos jornalistas, dai a necessidade do encontro. Vânia foi enfática ao dizer que, “para muita gente direitos humanos é coisa de minorias, coisa de preso; esse reducionismo acaba impossibilitando a transição da informação adequada.”


Para Ioná Silva de Souza, Coordenadora das Promotorias de Justiça da Infância e da Juventude, “é muito fácil culpabilizar e criminalizar a infância e a juventude, difícil é repensar a situação das crianças. Isso acirra o caos social em que a gente ta se afundado”. Ai que o Ministério Publico precisa do auxilio dos meios de comunicação, pois só se fala das conseqüências e não das causas dessas situações, “os meios de comunicação tem que apurar como esta sendo o resultado dentro do processo sócio-educativo.”


A verdade é que somente a partir de iniciativas como essa do Ministério Publico que tanto a imprensa como a sociedade vão repensar a modo como lidamos com isso, pois a solução não é a punição, mas a resposta adequada aos atos, e somos nós sociedade que estamos produzindo essa violência.


Mais informações:
SINJOR: http://www.jornalistasdopara.com.br/site/home.html
MPE:http://www.mp.pa.gov.br/not100917_00


Desculpem mais uma vez pelo atraso, mas eu estava estudando a Teoria dos Efeitos Limitados pra apresentar na aula de Teorias de Comunicação.


Obrigada pela compreensão.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A Igreja do Diabo



Trabalho realizado na disciplina Oficina de Texto da Professora Livia Barbosa, cujo objetivo era transcrever um conto para a linguagem audio-visual, podendo ou não sofrer alterações, no nosso caso optamos por fazer um trabalho com personagens femininos, uma vez que nosso grupo era formado em sua maioria por mulheres.

Trabalho realizado juntamente com Camille Nascimento, Brunella Velloso, Julieth Correa,Kleyton Silva, Wanessa Viana, Mara Tavares, Ana Karolinni Gomes e Juliana Angelin.

Este video é dedicado à Ivo Paes, pelo seu apoio, e por não deixar que esse material fosse perdido. Obrigada Ivo.

http://www.youtube.com/user/DebbCabral?feature=mhum

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Caco Barcelos na feira do Livro


Com uma trajetória incrível, de taxista a jornalista, Claudio Barcellos de Barcellos, ou como é mais conhecido, Caco Barcellos, foi o convidado para o Encontro Literário do dia 29/08 na XIV Feira Panamazônica do Livro.
Apresentado por Adelaide Oliveira, o encontro se mostrou esclarecedor.
Caco foi muito gentil e simples. Os jovens jornalistas estavam ansiosos, pois na sua frente estava o homem que mostrou que é possíveil sim, jornalistas iniciantes fazerem grandes reportagens, desde que tenham orientação adequada.
Quando perguntado por Adelaide Oliveira, qual a essência da boa reportagem, Caco foi enfático, “é respeitar o pior dos bandidos da mesma forma que você respeita o Presidente da Republica”.
Um trabalho ético, que mostra o contexto, sem desvalorizar nenhum personagem, esse é o jornalismo de Caco Barcellos, “toda regra que vale para o cidadão comum vale para a gente. Ético ou não ético é o profissional, quando a gente pensa em ética tem que pensar nas pessoas que usam os meios”.
Caco diz o que muitos jornalistas parecem ter esquecido, “a culpa de quem é mal informado não é de quem é mal informado, mas de quem informa".
Hoje com a descentralização da informação, redes sociais, Blogs e Twtters, se mostram como novas ferramentas de comunicação, “a mídia social é uma grande forma de democratização do modo que a a gente faz jornalismo”.
Quando perguntado como é a sua independência editorial diante de um império da comunicação como a Rede Globo, Caco não teve duvida, “um profissional serio tem sua independência respeitada”.
E foi com profissionalismo que Caco e seus jovens jornalistas conseguiram que o Profissão Repórter (que era um quadro no Fantástico) conseguisse sua independência e tivessem seu próprio programa.
Caco Barcellos é sem duvida um grande jornalista, não descansa e não tem medo. Trabalha um novo formato de jornalismo, fazendo uma revolução no modo de informar. É um grande exemplo, principalmente para aqueles que assim como eu estão começando sua trajetória no jornalismo.