quinta-feira, 17 de junho de 2010

Biblioteca Central, espaço desconhecido em sua totalidade


Com um acervo de mais de 850 mil volumes, a Biblioteca Central da UFPA se configura hoje como um espaço que tem seu uso restrito apenas ao empréstimo de livros.


Dentre todos os serviços que oferece tomando como exemplo o espaço Braille, que foi criado há três anos é desconhecido por grande parte dos universitários que possuem essa necessidade especial. Hoje essa ala conta basicamente com um aluno, Agnaldo, do Curso de Letras, que solicita a digitalização do material das aulas.

Está em andamento à conclusão da Estação de Pesquisas Acadêmicas, que vai contar com 20 terminais, com acesso a internet gratuita. Durante um período de 40 minutos, qualquer um, inclusive não alunos, podem fazer suas pesquisas e trabalhos. O tempo poderá ser estendido se não houver demanda por uso.

O setor de Obras Raras funciona em uma sala sem climatização adequada para este tipo de material, os livros estão se decompondo, empoeirados e fedorentos.

O prédio conta com poucos extintores de incêndio e os que possui estão com o prazo de validade vencido. Segundo Lucila, funcionária do Setor de Obras Raras, os funcionários não estão treinados para um possível incêndio, não houve capacitação para que aprendessem a utilizar o extintor e orientar os alunos para a saída do prédio.

A área central de leitura e estudos está com o ar condicionado quebrado e durante a tarde o calor é quase insuportável.

O setor de empréstimos é uma das poucas áreas que funcionam regularmente e sem maiores problemas. A universidade oferece para maior praticidade a renovação do empréstimo de livros on-line que possibilita ao aluno estender o prazo caso não haja demanda por este material.

Assim em seus 48 anos de existência, a Biblioteca Central da UFPA se mostra desconectada com as bibliotecas dos institutos, pouco atrativa e desconfortável para os alunos.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Fabula existencial super breve


No tempo em que o tempo não era dinheiro, o homem-cordeiro se encontrava a pensar no Riacho dos valores, foi quando o Lobo-Capitalismo disse:

-Porque está a poluir de questionamentos o meu Riacho de Valores?

-Como posso não questionar se seus valores surgiram a partir dos meus questionamentos?

-Se não és tu que está a poluir, foi então o teu pai, porque desde o principio, o homem é o lobo do próprio homem, foi quando tu me criaste para ser teu lobo.

O Homem-cordeiro estremeceu e disse:

-Se fui eu que te criei, então, posso me abster desse riacho.

Então o Lobo-capitalista engoliu enfurecido o Homem-cordeiro

MORAL: Às vezes mesmos indigestos, os homens-cordeiros revolucionários são engolidos pelo Lobo-capitalista.

Por: Deborah Cabral, Mara Tavares, Julieth Correa, Camille Nascimento, Wanessa Viana e Brunnela Veloso

Oficina de Texto-2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Assassinato revelado 40 anos depois



Maus tratos levam ao assassinato. Enfermeiro domiciliar confessa que matou seu paciente no dia 24 de agosto de 1960 numa vila no interior do Rio de Janeiro.

Depois de sofrer varias agressões físicas e morais, o enfermeiro Procópio José Gomes Valongo, num surto de raiva matou seu paciente, o Coronel Felisberto, após o coronel arremessar uma moringa contra ele. O enfermeiro pulou na cama e o esganou até a morte.

Depois de matá-lo, o criminoso cuidou de seu funeral, sempre lembrando o coronel -que era odiado na cidade- como uma pessoa boa. Pessoas que estiveram presentes relatam que ele aparentava estar muito sentido.

Na leitura do testamento do falecido Coronel, descobriu-se que o enfermeiro era o único herdeiro. O criminoso que já estava morando na Corte foi à vila do interior e recebeu a herança. Mandou até fazer um tumulo de mármore ao falecido. Sem despertar nenhuma desconfiança por parte dos moradores do local.

O crime já havia sido confessado a um escritor, que o publicou somente hoje, 40 anos depois, porque o assassino só o permitiu depois de sua morte,ficando impune de seu crime.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Assassinato de Primeira Pagina



Assistam o assassinato de primeira página,video da disciplina Oficina de Texto da Professora Livia Barbosa da UFPA.

Turma de Jornalismo 2010.

Vale a pena ver...

Bjus.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Santo Daime:Alucinação e Crime



Fundador da Igreja Céu de Maria, o cartunista Glauco foi juntamente com o seu filho Raoni, assassinado por Carlos Eduardo Sundfld Nunes, esquizofrênico, viciado em cocaína e maconha, que procurou na Igreja uma forma de se livrar do vicio.

O Daime é formado pela mistura de duas plantas nativas da Amazônia: o cipó-jagube e a erva-rainha; que trituradas e cozidas formam um potente alucinógeno causador de alterações emocionais, delírios e perda de consciência.

Legalizado em 1992 pelo governo brasileiro para uso em seitas religiosas, sem estudos científicos aprofundados e seguros sobre os riscos para a saúde mental daqueles que fazem uso constante na forma de chá, o Santo Daime é utilizado sem limites, ao contrario do que uma substancia química e alucinógena deveria ter.

Enquanto isso testemunhamos esse trágico episodio em que uma droga travestida de ritual sagrado certamente foi de grande contribuição.